sexta-feira, novembro 05, 2010

Vida Nova

Os meus lábios pedem os seus
assim como o amanhecer do dia pede a luz do sol.
As minhas mãos pedem as suas
assim como a solidão pede a escuridão da noite.
Ciência alguma poderia explicar minha necessidade de ti.
Seguras- te tenazmente minha mão e disseste – me
que estaria presente no amanhecer de cada dia,
disseste - me que não importaria se na luz ou na falta dela
estaria sempre comigo.
Eis que havera esquecido de suas palavras.
A luz não te deixa adormecer,
a treva não lhe deixa escapar.
Abandonara os mais tranquilos dias de sua vida.
Aderiu a crises incontroláveis.
Sua vida vive a se entrelaçar em
um passado que não cala sua voz.
Eis escolhido o começar e o terminar
de seus mais novos dias.

Nenhum comentário:

Postar um comentário